O Banheiro

Se o lavabo é da Grécia Antiga, o banheiro, da forma como temos hoje, é bem mais recente. Na França foi criado por volta de 1715 em Versalhes. Os banhos públicos sempre foram muito populares entre gregos e romanos. Era nas casas de banho que os políticos discutiam assuntos diversos, negócios eram fechados entre comerciantes e toda a sociedade se reunia. Na Idade Média, o banho perdeu um pouco a sua importância muito devido à crença de que a água quente abriria os poros e isso causaria graves infecções. As pessoas trocavam de roupa com frequência, entravam nas águas dos rios, limpavam-se usando um lenço úmido mas raramente tomavam banho. O tempo se passou e o banheiro privado chegou como uma

O Azul no Design de Interiores

No design de interiores o azul traz amplitude, vai muito bem em qualquer ambiente, menos na cozinha, que pede detalhes em uma com mais energia. Por ser percebido como uma cor fria, o azul traz frescor às áreas molhadas, mas cuidado com sua tonalidade pois em excesso ele pode trazer sentimentos depressivos. Nós adoramos o azul na decoração, por isso selecionamos alguns de nossos projetos onde a sua presença é marcante.

O Azul

O AZUL É AZUL. O azul é uma das três cores primárias, o que significa que não pode ser obtido da mistura de outras. Ele está no verde, no violeta e em todas as nuances da cor, mas, na verdade, o azul está em todos os lugares: no ar que nos rodeia, na água que nos refresca e no céu que nos protege. Por isso, o azul nos acalma. O AZUL É A COR DO DIVINO. As máscaras douradas dos faraós têm cabelos e barba azuis. Amon, um deus egípcio, tem, inclusive a pele azul para que possa voar sem ser visto. Krishna, um deus hindú, também tem sua pele azul como símbolo de sua origem celestial. Nos países do Mediterrâneo é muito comum o "olho mágico" azul como amuleto. É o olho de Deus. No judaísmo, a estrel

Philippe Starck e seu design democrático

Designer, arquiteto, filósofo, sociólogo, visionário, surpreendente, um grande comunicador e um fanfarrão - Philippe Starck é tudo isso e um pouco mais. Ele é um ícone do design que tem seu espaço solidificado desde a década de 1980. Há quem diga que ele está para o design de produtos assim como Duchamp e Andy Warhol estão para a arte. Como criador de objetos, ele tem a genialidade de transformar o trivial em uma experiência excepcional, fazendo com que o valor do objeto ultrapasse a sua função tornando extraordinária uma ação que seria comum e, de certa forma, elevando a condição de quem o possui a um refinamento por haver reconhecido as suas qualidades. Um exemplo emblemático é o Juicy Sal

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